sábado, 21 de abril de 2012

A Diferença entre o Céu e o Inferno esta em você


A Diferença entre o Céu e o Inferno esta em você.



Conta uma lenda que Deus convidou um homem para conhecer o CÉU e o
INFERNO.

 Foram primeiro ao inferno. Ao abrirem uma porta, o homem viu uma
sala em cujo centro havia um caldeirão de substanciosa sopa e à sua volta
estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas. Cada uma delas segurava
uma colher, porém de cabo muito comprido, que lhes possibilitava alcançar
o caldeirão mas não permitia que colocassem a sopa na própria boca. O
sofrimento era grande. 
Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu.
Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão, as
pessoas em volta e as colheres de cabo comprido. A diferença é que todos
estavam saciados. Não havia fome, nem sofrimento.
Eu não compreendo -
disse o homem a Deus - por que aqui as pessoas estão felizes enquanto na
outra sala morrem de aflição, se é tudo igual
?
 Deus sorriu e respondeu:
-Você não percebeu? É porque aqui
 eles aprenderam a dar comidas uns aos
outros.
E você? Vai usar as "colheres" corretamente
?
 Pense nisso.
Excelente final de semana com muito Axé.
Mãe Luminária de Yemanja.

Os Orixás


Os Orixás





Os orixás são deuses africanos que correspondem a pontos de força da Natureza e os seus arquétipos estão relacionados às manifestações dessas forças. As características de cada Orixá aproxima-os dos seres humanos, pois eles manifestam-se através de emoções como nós. Sentem raiva, ciúmes, amam em excesso, são passionais. Cada orixá tem ainda o seu sistema simbólico particular, composto de cores, comidas, cantigas, rezas, ambientes, espaços físicos e até horários.
Como resultado do sincretismo que se deu durante o período da escravatura, cada orixá foi também associado a um santo católico, devido à imposição do catolicismo aos negros. Para manterem os seus deuses vivos, viram-se obrigados a disfarçá-los na roupagem dos santos católicos, aos quais cultuavam apenas aparentemente.
Estes deuses da Natureza são divididos em 4 elementos – água, terra, fogo e ar. Alguns estudiosos ainda vão mais longe e afirmam que são 400 o número de Orixás básicos divididos em 100 do Fogo, 100 da Terra, 100 do Ar e 100 da Água, enquanto que, na Astrologia, são 3 do Fogo, 3 da Terra, 3 do Ar e 3 da Água. Porém os tipos mais conhecidos entre nós formam um grupo de 16 deuses. Eles também estão associados à corrente energética de alguma força da natureza. Assim, Iansã é a dona dos ventos, Oxum é a mãe da água doce, Xangô domina raios e trovões, e outras analogias.
No Candomblé cultuam-se muitos outros orixás, desconhecidos por leigos, por serem menos populares do que Xangô, Iansã, Oxossi e outros, mas com um significado muito forte para os adeptos dos cultos afro-brasileiros. Alguns são necessariamente cultuados, devido à ligação com trabalhos específicos que regem, para a saúde, morte, prosperidade e diversos assuntos que afligem o dia-a-dia das pessoas. Estes deuses africanos são considerados intermediários entre os homens e Deus, e por possuírem emoções tão próximas dos seres humanos, conseguem reconhecer os nossos caprichos, os nossos amores, os nossos desejos. É muito frequente dizer-se que as personalidades dos seus filhos são consequência dos orixás que regem as suas cabeças, desenvolvendo características iguais às destes deuses africanos.
Sendo os mais conhecidos e cultuados no Brasil (16 Orixás): Oxalá, Omulu\ Obaluaê, Oxumarê, Exú, Ogum, Oxóssi, Yemanja, Iansã, Oxun, Obá, Ewá, Xango, Logunedê, Ossain, Ibeji, Iroko\Tempo.
Vou comentar referentes a todos os 16 Orixás no Blog, periodicamente incluirei novidades\ os meus respeitos a todos, vocês poderão acompanhar. Lembro no entanto que existem diversas correntes no Candomblé e por essa razão as informações poderão ser diferentes de acordo com a tradição ou região.

 Axé.

Mãe Luminária de Yemanja.

Nanã

Nanâ





Entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos, existe um portal. É a passagem, a fronteira entre a vida e a morte.Sua regente: Nanã. Senhora da morte, geradora de Iku (morte). Deusa dos pântanos e da Lama. Mãe  da varíola, regente das chuvas, Nanã é de origem Jeje, da religião da Dassa Zumê e Savê, no Daomé, hoje conhecida com República de Benin.
A mais temida de todas os Orixás. A mais respeitada. A mais velha, poderosa e seria. Nanã é o encantamento da própria morte. Seus cânticos são súplicas para que leve Iku – a morte – para longe e quem  permite que a vida seja mantida.
É a força da Natureza que o homem mais teme, pois ninguém quer morrer! Ela é a Senhora da passagem desta vida para outras, comandando o portal mágico, a passagem das dimensões.
Nas casas de Santo, Nanã é extremamente cultuada e temida, pelo poder  que ostenta. É ela a mãe da varíola  e se faz presente  quando existe epidemia da doença.
Nanã também está presente nos lodaçais, lamaçais, pois nasceu do contanto com água com a terra, formando a lama, dando origem à sua própria vida. Em terras da África, Nanã é chamada de Iniê e seus assentamentos (objetos sagrados) são salpicados de vermelho.
Nanã é lama, é terra com contato com a água. Nanã também é o pântano, o lodo, sua principal morada e regência.
Ela é a chuva, a tempestade, a garoa. O banho de chuva, por isso, é uma espécie  de lavagem do corpo, homenagem que se faz à Nanã, lavando-se no seu elemento. Por isso, não devemos blasfemar contra a chuva, que muita vezes estraga passeios, programas, compromissos, festas e acontecimentos. A chuva é a parte da vida, que vai irrigar a terra, Se ela cai demais, é porque a força da Natureza, Nanã, está insatisfeita. E, amigo... queira ver tudo, mas não queira ver a ira de Nanã. Posso lhe assegurar que não existe nada mais feio!
Considerada a Iabá (orixá feminina) mais velha, foi anexada pelos iorubanos nos rituais tal a sua importância. Nanã é a possibilidade de se conhecer a morte para se ter vida. É agradar a morte, para viver em paz. Nanã é a mãe, boa, querida, carinhosa, compreensível, sensível, bondosa, mas que, irada, não reconhece ninguém.
Nanã é o Orixá da vida, que representa a morte. E a isso devemos o máximo respeito e carinho.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Aos Filhos, Filhas e Amigos da Alemanha

Aos filhos, filhas e Amigos da Alemanha, envio muito Axé e vibrações positivas.

Um carinho especial da Mãe Luminária de Yemanja para todos vocês.

Axé.

Jogo de Búzios



      Jogo de Búzios






           A origem dos Búzios se perde na noite dos tempos. Sua tradição está estreitamente ligada à cultura africana. Alguns estudiosos acreditam que a cultura africana vem dos tempos pré-egípcios, talvez atlantes. Conta a lenda que a estrela da manhã revelou a Orunmilá que todos os segredos e materiais da criação se encontravam numa concha de caramujo, dentro de um vaso que ficava entre as pernas de Obatalá. O jogo de Búzios, como é conhecido hoje, pode ser considerado uma variação do jogo de Opon lfá ou Opelê de lfá, que se desenvolveu na África.

•          A consulta é realizada com 16 búzios, todos eles contendo aberturas. Cada búzio cai ou aberto ou fechado, e o conjunto das posições dos búzios vai definir qual é o orixá que preside aquele lançamento.

•          Os búzios são empregados para adivinhações. Para isso, eles são fechados na mão direita, a qual, sendo aberta a seguir, deixa escapá-los sobre uma mesa.

•          Os búzios, então, formam várias figuras, que são interpretadas pela Yalorixá ou babalorixá (Mãe de Santo ou pai-de-santo).

•          Segundo os estudiosos, este jogo tem por finalidade identificar nosso orixá protetor (ori= cabeça + ixá=guardião.

•          Ele serve também para dar conselhos sobre problemas nas finanças, saúde, amor, justiça, negócios, trabalho, etc...

     Consulte regularmente os Búzios e tenha uma vida plena, realizada, saudável, prospera e
     feliz.

     Muito Axé , saúde e sucesso!

     Mãe Luminária de Yemanja
      Celular: 019- 98957606
      E-mail: maeluminariadeyemanja@hotmail.com

ODU DE NASCIMENTO

ODU DE NASCIMENTO

Constantemente, ouvimos pessoas que não passaram por rituais de iniciação dizerem: meu odu é tal...
Isso é impossível, já que odu é destino, não pode haver ainda um destino se não há nascimento. O ritual de iniciação é nascimento, portanto só descobrimos nosso odu após ritual de iniciação e com o ritual apropriado para essa finalidade. E nosso odu de nascimento, odu individual de cada ser, talvez seja o que chamam de placenta, só saberemos se formos iniciados para Ifá, o que é de competência de Babalawo e não de Babalorixá, pois o odu vindo na iniciação de Orixá, é a esse Odu a que estou me referindo, é que vai nos dizer o que o Orixá objeto da iniciação, nos determina fazer, deixar de fazer, etc para que tenhamos uma vida melhor. Portanto, sacar Odu através de datas, intuição, contas utilizando datas de nascimento e outros métodos, nada têm a ver com a verdadeira liturgia do Orixá.
São estranhas certas proibições dadas ao iniciados, por seus iniciadores, sem conhecerem seu Odu dentro da iniciação à qual estão sendo submetidos, ou até mesmo o(s) itan(s) daquele Odu, pois é dentro dos itans é que estão contidos os ewo e etutus relativos, a serem seguidos pelo iniciado, e até mesmo, mais algum Orixá que ele tenha de cultuar a fim de completar sua vida espiritual.
Para se ter uma idéia da importância dos Odus na vida de uma pessoa, há Odu que determina até em que atividade profissional a pessoa melhor se adaptaria. Seria pouco funcional, uma pessoa que tenha Odu Irosun, em iniciação à um Orisa qualquer, e vá trabalhar, por exemplo, como balconista em uma loja de tintas. Nada contra a função, ou o tipo de comércio, o problema está em que as pessoas que tem esse Odu em iniciação à Orisa, terão sucesso e realização trabalhando com metais de qualquer espécie, ou se desempenharem função que envolva música.
Jamais também poderemos ver alguém que tenha Odu Obara, ser empregado de outro, Odu determina que as pessoas para ter sucesso, sejam autônomas.
Se tivermos a oportunidade de nos aprofundar um pouco mais no estudo dos Odus, veremos, com certeza, um N numero de proibições determinadas aos neófitos, que não tem fundamentação alguma, nem mesmo as proibições do Orisa são tantas conforme colocam. Conheço casos, pôr exemplo, em que um Omo Obaluwaye é proibido de comer ovos, enquanto cogumelos ele continua comendo a vontade; já vi muitos iniciados de Osun se fartarem de comer ovos e peixes. São atitudes que estão em total desarmonia com as determinações do Orisa, as quais estão fundamentadas nos Itans Ifá, não são determinações do homem, mas sim de origem divinas.
Em muitos casos a pessoa diz: isto não me faz mau, pois eu sempre tenho dinheiro. Ah! muito bem, então nosso sentido de vida deve ser baseado somente em parte material?
Eu tenho certeza que não.
Existem outros fatores de suma importância em nossas vidas, acho que até mais primordiais do que o dinheiro, e que tem ser levados em consideração.
De que vai adiantar o ser viver sempre com o dinheiro no bolso, ou no banco, e estar 24 horas por dia com sua mente desequilibrada, problemas de saúde, inimigos em seu caminho. De nada adianta.
O que pretendo dizer é que, quebrar ewo não implica somente em dificuldade financeira, ou especificamente nisso, a quebra de ewo pode e com certeza trará agravo em outros setores da vida do ser.
Por aí então seria muito mais prático, se todos seguissem as proibições verdadeiras e fundamentadas, impostas pelo Orisa objeto de uma iniciação e pelo Odu vindo após ritual de iniciação, e ainda, há de se observar o que passa a ser nosso ewo pessoal após a iniciação.
Garanto que se o neófito seguir todas as determinações, coerentes, que lhe forem impostas pós-iniciação, não terá do que se arrepender em sua jornada na vida espiritual, e social.

SENTIDO
Odù (signos de IFÁ) são presságios, destinos, predestinação. Os odù são inteligências siderais que participaram da criação do universo; cada pessoa traz um odù de origem e cada Òrìsà é governado por um ou mais odù. Cada odù possui um nome e características próprias e dividem-se em "caminhos" denominados "ese" onde está atado a um sem-número de mitos conhecidos como ITÀN IFÁ. Os odù são os principais responsáveis pelos destinos dos homens e do mundo que os cerca. Os Òrìsà não mudam o destino da vida e sim executam suas funções dentro da natureza liberando energia para que todos possam dela se alimentar,
O odù é o caminho, a existência do destino o qual o Òrìsà e todos os seres estão inseridos.
Alguém já escutou a seguinte frase?
- com o destino não se brinca...
- sua vida esta escrita...
- seu destino já estava escrito...
E muitas outras frases populares que refere-se a odù.
Cada pessoa pode ir de encontro ou seguir um caminho alheio ao destino estabelecido, isso nós dizemos que a mesma está com o odù negativo, ou seja: seu destino sua conduta foge as regras siderais. (seguiu um caminho "negativo" dentro do estabelecido)
Nós quando nascemos, somos regidos por um odù de orí (cabeça) que representa nosso "eu" assim como odù de destino, etc..

O destino das pessoas e tudo o que existe podem ser desvendados por meio da consulta a IFÁ, o oráculo, que se manifesta pelo jogo. Ifá tem seu culto específico e o mais alto cargo do culto de ifá é o de Olúwò, título concebido a alguns Babalawo.
Orunmilá é a divindade e Ifá é o sistema onde esta divindade se manifesta. Não há Ifá sem Orunmilá e nem Orunmilá sem Ifá. Estes dois conceitos são tão intimamente relacionados que muitas vezes referimo-nos a Orunmilá como Ifá. Orunmilá é a divindade da sabedoria e do conhecimento, responsável pela transmissão das orientações dos deuses e de nossos ancestrais, de maneira a permitir a cada um de nós a possibilidade de uma escolha acertada para uma vida feliz. Orunmilá é a divindade e Ifá é o sistema onde esta divindade se manifesta. Não há Ifá sem Orunmilá e nem Orunmilá sem Ifá. Estes dois conceitos são tão intimamente relacionados que muitas vezes referimo-nos a Orunmilá como Ifá. Orunmilá é a divindade da sabedoria e do conhecimento, responsável pela transmissão das orientações dos deuses e de nossos ancestrais, de maneira a permitir a cada um de nós a possibilidade de uma escolha acertada para uma vida feliz.
"Òrúnmìlá, a Testemunha do Destino e da Criação (Eleri Ipin). O segundo após Olodùmárè. Aquele que estava presente, ao lado de Deus, quando a Vida, o Mundo, o Homem foi criado. Òrúnmìlá tudo vê, tudo sabe, tudo conhece. Não há nada que tenha sido criado ou que virá a ser criado que Òrúnmìlá não saiba antes. Òrúnmìlá conhece a vida e conhece a morte, ele conhece a existência: o antes e o depois. Por isso ele pode ajudar."

Òrúnmìlá/Ifá deve ser compreendido como um sistema: é o homem e sua ferramenta. Por vezes o homem é a sua própria ferramenta. Òrúnmìlá é tanto humano quanto espírito. Enviado por Olodùmárè para ir a diferentes lugares sempre que há necessidade para ajudar os homens a enfrentarem seus problemas, contornando obstáculos e desenvolvendo o seu bom caráter. Podemos também imaginar Òrúnmìlá como o espírito de Olodùmárè manifestado no homem.
Alguns dizem que a palavra Orunmilá deriva de Oro-Omo-Ela ou Oro= palavra/espírito, Omo= filho, Ela= Deus. Após a Criação, Orunmilá veio à Terra como a divindade encarregada por Olodumaré para ensinar os homens. Esta mensagem é Ifá, a luz, o conhecimento e a orientação da sabedoria ancestral de toda a humanidade.
Existem alguns tipos de jogo: o de OPELÉ IFÁ, o rosário de ifá, ÌKÌN IFÁ, o OBÍ, o jogo de búzios, etc.
No jogo de búzios (mais comum) quem fala é Èsù, são dezesseis búzios que podem ser jogados ou vinte e um. A consulta a ifá é uma atividade exclusivamente masculina, mas as mulheres passaram a poder pegar nos búzios, são chamadas de Ìyá Onifá.
O jogo de opelé ifá baseia-se num sistema matemático, em que se estabelece 256 combinações resultantes dos 16 odù usados no jogo de búzios multiplicado por 16. Nada se faz sem que antes se consulte o oráculo, quanto mais séria a questão a ser resolvida, maior a responsabilidade da pessoa que faz o jogo.
Narram algumas lendas que ifá girou pelo mundo, deixando legados e ensinamentos a vários povos de como manter comunicação com os deuses no órun (céu), passando pelos árabes onde não foi aceito e vindo a se estabelecer definitivamente na áfrica, junto aos povos iorubás onde manteve seu legado ensinando aos sacerdotes como restabelecer a comunicação com seus antepassados. Assim ,aperfeiçoando um dos mais avançados métodos de consulta existente.

OS 16 ODÙ MAIS VELHOS NA ORDEM DE IFÁ

1- Eji Ogbe: Osala, Sango, Oya, Ogun, Obaluaye, Nana
2- Oyeku Meji: Iyami Osoronga (Aje), Ori, Ogun, Ososi, Oya
3- Iwori Meji: Ifa, Esu, Nana, Obaluaye, Osumare
4- Odi Meji: Esu, Egun, Odu, Osala, Sango, Iroko, Osun
5- Irosun Meji: Osun, Osumare, Esu, Iroko, Ibeji, Sango, Ososi
6- Owonri Meji: Logun Ede, Obaluaye, Yemoja, Yewa
7- Obara Meji: Oya, Erinlè, Abiku, Odù
8- Okanran Meji: Yemoja, Ososi, Ifa, Esu
9- Ogunda Meji: Ososi, Osun, Nana, Ogun
10 - Osa Meji: Osala, Oya, Iyami Osoronga (Aje), Sango
11 Ika Meji: Onilè, Ogun, Ori
12 Oturupon Meji: Oya, Ifa, Egun, Ibeji, Iyami, Osoronga (Aje)
13 Otura Meji: Ifa, Sango
14 Irete Meji: Obaluaye, Ososi, Iroko, Iyami Osoronga (Aje)
15 Ose Meji: Osun, Osanyin
16 Ofun Meji: Osala, Odù, Esu, Ifa


Para conhecer seu Odu de Nascimento e receber todas as orientações necessárias para uma vida feliz, saudavel e prospera, jogue Búzios com Yalorixás e Babalorixás experientes e de sua confiança.

Axé.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Oxumarê


OXUMARÊ


Oxumarê é o Arco Íris, sinal de bons tempos, de bonança. É o Orixá da riqueza, do dinheiro, chamando carinhosamente de “ o banqueiro dos Orixás”. É a cobra sagrada Dan. Orixá da prosperidade, da fartura, do lucro.
O homem, que vive atrás do dinheiro, que trabalha para ganhar seu sustento, não pode imaginas, às vezes, que tem esta força da Natureza diariamente ao seu lado. Oxumarê esta presente praticamente em todos os momentos de nossa vida, pois tudo gira em torno do dinheiro.
Oxumarê está presente nas negociações, no pagamento de contas, no recebimento de um prêmio, na compra, nos negócios envolvendo gastos, lucros e despesas. Está presente nos bancos, nas financeiras, enfim, nos lugares onde se manuseia dinheiro.
Oxumarê é o perde/ganha do homem. É a felicidade de receber uma quantia e a tristeza de perder outra. É o elemento das grandes negociações, da aposta. Seu encanto está no tilintar das moedas.
É também o Orixá das prosperidades, da fartura, da abundância. É por isso que aqueles regidos por Oxumarê sempre estão bem e vida. Para eles o dinheiro não e problema. Gastam e ganham demais e estão sempre com os bolsos cheios.
Oxumarê é aquele que sabe fazer negócios. Quando se vai fechar um contrato, fazer uma compra, uma proposta, vender algo invocamos Oxumarê para nos orientar, pois ele é o Orixá que sabe negociar. É ele que sabe pechinchar, tratar, comprar e vender.
Oxumarê também é a beleza das cores. É o arco-íris, que vai colorir o céu, anunciando coisas boas. É o fenômeno que vai gerar o colorido do céus. É a beleza da cor, a hipnose da cobra, a felicidade do lucro.